29 dezembro 2007

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22 dezembro 2007

Hine faz revelações e suposições no passado de Spawn

Recentemente uma discussão interessante foi mostrada no Message Board, o fórum de discussão do site oficial, e lá David Hine revelou detalhes que vão ligar mais algumas "pontas soltas" deixadas para trás por Todd McFarlane e sua equipe criativa no passado. Portanto, se você não quiser ler as revelações a seguir, não prossiga



[SPOILER]




Na Spawn 172, que saiu nos EUA, é mostrado que Mammon (neste número chamado de Sr. Malefick) sempre esteve presente na vida de Spawn e seus antepassados, inclusive conhecendo a mãe de Al na juventude. Quando recordamos a Spawn 149, vemos Mammon estar sentado na cadeira do pai de Al quando este recorda sua infância, o que foi especulado que Mammon poderia ser pai de Al (!!!). Também podemos ver uma cena parecida na edição 135, quando Mammon está vendo um álbum de fotografias. Ainda não foi revelado inteiramente se esta teoria é verdadeira ou não.

Mas uma certeza nós já temos, que é a de que Mammon sempre esteve observando Spawn nos bastidores. Na edição 18 (17 no Brasil) um homem entrega para Spawn um cartão em branco dizendo que ele, juntamente com Cogliostro, tem observado seus passos na Terra. Segundo o próprio David Hine, aquela foi a primeira encarnação de Mammon na revista!!! Notem que Mammon já se mostrou de formas diferentes, além de sua forma habitual (quando ele encontrou com o Spawn Mandarim e sob o disfarce do japonés Mikoto, na saga A Ponte).

Mas qual seria o objetivo de Mammon naquele momento? Ele precisava ter certeza de que Spawn estava motivado a derrotar Malebólgia e se libertar da influência do Céu e do Inferno com o objetivo visto na edição 149: sentar-se no trono de Deus e refazer o universo à sua própria imagem.

Por conta disto, já estão discutindo o destino de Cogliostro depois que se tornou Senhor do Oitavo Círculo, e elas estão estampadas nas próprias palavras misteriosas do homem da edição 17: "A gente tem de observado, Simmons. Você já conheceu um de nós, o Cogliostro". Como bem nos lembramos, Mammon usou de sua influência para obter a caixa dourada que fez com que Cog se tornasse Senhor do Oitavo Círculo. Seria isto um favor? Sendo assim, podemos chegar à conclusão de que o estranho homem encapuzado seja o próprio Cogliostro em uma nova forma e ajudando Mammon de alguma forma, como ele ajudou Cog no passado. Mas esta é apenas uma teoria, nada conclusivo foi falado ainda. Já sobre o homem da edição 17 é uma certeza e David Hine promete mais revelações sobre Mammon/Malefick para breve.

04 dezembro 2007

Novo lançamento da McFarlane Toys – Warriors of Zodiac

A McFarlane Toys acaba sair na frente mais uma vez e lança uma nova série de actions figures que tem tudo para ser um sucesso assim como os demais lançados pela empresa de Todd McFarlane. Trata-se de Warriors of Zodiac (Guerreiros do Zodíaco), uma série que mostrará figuras baseadas nos 12 signos de zodíaco em forma de guerreiros. Os detalhes são impressionantes e são de fazer a cabeça de qualquer colecionador, ainda mais se a figura for o do seu próprio signo. Confira abaixo uma descrição fornecida pelo próprio site oficial:

Você talvez acredite que os 12 signos do Zodíaco sejam representações astrológicas que definem as características de uma pessoa baseada em sua data de nascimento. Que ingenuidade.

2008 é o Ano do Zodíaco. Através do ano, 12 Guerreiros do Zodíaco serão lançados pela McFarlane Toys. E a história de fundo das figuras é colossal. A Terra está sob o ataque de forças alienígenas espalhando caos e destruição numa escala maciça. Exércitos estão se formando. É aleatório ou pode ser parte de algo muito, muito maior?

A primeira série chegará às lojas americanas em maio de 2008 e trará as figuras de Áries, Câncer, Gêmeos e Touro. Veja as fotos abaixo:


28 novembro 2007

Spawn 169 - Resenha

História: David Hine
Desenhos: Brian Haberlin
Cores: Andy Troy
Data no Brasil: Novembro/2007
Data nos EUA: Julho/2007

Sinopse: Nyx, a bruxa Wicca que ajudou Spawn no passado mas também cometeu atos que fizeram com que o Soldado do Inferno guardasse profunda mágoa, tenta recuperar seus poderes roubados por Mammon no passado a qualquer custo. Para isto, ela procura a comunidade vodu de Nova Orleans e encontra uma possibilidade ao contratar os serviços de um bokor, adepto da magia negra. Ao pressentir o perigo, Spawn surge para salvá-la e antigas feridas são abertas.

Positivos/Negativos: Depois da primeira saga que trouxe o Violador de volta, o qual foi elogiado por uns e criticada por outros, temos uma nova direção na revista. Desta vez quem volta é Nyx, a bruxa que tornou-se amante de Spawn quando este estava separado de sua sombra depois que retornou da saga Temporada no Inferno, que revelou que seu antigo mentor Cagliostro era na verdade Caim e que seu objetivo era se tornar Senhor do Oitavo Círculo. Nyx ajudou Al neste período, mas cometeu atos que fizeram que ambos se separassem. Nesta aventura ela retorna e um novo elemento é trazido para a trama: o vodu.

A revista Spawn é conhecido por inserir elementos da arte, história e religião, criando um caldeirão que ajuda, e muito, para engrandecer o conhecimento cultural do leitor. Além do cristianismo já fomos apresentados à magia negra, religião Wicca, mitologia grega e até o candomblé. Desta vez o plano de fundo é o culto praticado nas Antilhas e que combina elementos de possessão e magia com influências cristãs, parecendo-se com o candomblé afro-brasileiro. O culto já foi mostrado em vários livros e principalmente no cinema, cuja produção que melhor mostra o assunto é Coração Satânico (Angel Heart, EUA, 1987), dirigido pelo inglês Alan Parker, com Robert De Niro e Mickey Rourke. O filme conta a história de Harry Angel (Rourke), um investigador contratado pelo sinistro Louis Cyphre (De Niro) para cobrar um antiga dívida de um cliente que desapareceu sem deixar pistas. Durante a investigação, pessoas ligadas ao desaparecido são mortas de maneiras horripilantes, o que leva Angel à comunidade vodu de Nova Orleans. Lá ele se envolve com possessões e um assassino sobrenatural. Um ótimo thriller policial e com certeza um dos melhores trabalhos de Robert De Niro. Vale a pena dar uma conferida e não acharia estranho de David Hine utilizasse este filme como referência para a história.

Voltado ao assunto, a utilização do vodu é interessante e encaixou bem com a trama, demonstrando que é uma área que pode muito bem ser explorada futuramente assim como a Wicca, que traz um tom mágico para a revista. Termos como loa, mambo e houngan, apoiados com uma boa nota de página, nos leva até a procurar um pouco mais de assunto em livros ou na própria Internet para compreender melhor como é esta seita, que não é maligna como alguns pensam. Parabéns ao David Hine pela introdução de um assunto tão interessante.

Quanto à história, ela é bem contada para um volume único, abre novas portas para futuras tramas e introduz mais uma vez Nyx, que parece que veio para se tornar fixa na revista. A colocação de Mammon e seus esquemas mostra que ele é paciente para seus jogos, pois mostrou que o roubo do poder de Nyx nada mais era do que um artífice para o momento atual. Ele joga como se estivesse em um tabuleiro de xadrez, onde cada movimento é calculado para o próximo e assim por diante. Podemos comparar também com um quebra-cabeças gigantesco, onde cada peça tem uma função e é encaixada em outra até termos a imagem final. Isto nos faz apenas presumir qual é este objetivo, que vem sendo engendrado por muitos anos e parece que vai continuar por muito tempo. Também nos cria apreensão em saber quem é seu misterioso associado, que aparentemente pode se tratar de um vampiro, mas as aparências enganam como muitos já conhecem. Agora um comentário que deve-se fazer: com a reconciliação de Nyx, e conseqüentemente o reatamento da amizade e, quem sabe, do romance entre os dois, a bruxa não seria a ponte da redenção de Spawn já que ele jamais poderá voltar para Wanda? Eu sinceramente torço para isto pois sou fã da bruxinha.

Sobre a arte, Brian Haberlin esteve impecável nesta edição, combinando luz e sombra com perfeição. A sua representação de Nyx está muito melhor daquela concebida por Angel Medina. Antes, ela quase parecia uma halterofilista, o que a descaracterizada como uma bruxa Wicca. Aqui ela é está bem mais fraca, mostrando alguém que precisa de proteção, o que combina, e muito com a sua personalidade. Foi um tiro certeiro, inclusive na capa, onde Nyx aparece lindamente sentada com artefatos Wicca. Ao meu ver, é uma das capas mais maravilhosas de toda a série. Merecia até um pôster gigante! Olha a sugestão aí, Cassius!

Sobre a edição da Pixel, esta foi uma das mais impecáveis já produzidas. Isto porque quase não houve erros de concordância e digitação, a diagramação foi perfeita assim como a tradução. Como bônus tivemos no final da história uma transcrição de algumas cartas publicadas na revista Spawn americana e foram dispostas de forma que pareciam uma entrevista com Brian Haberlin. Mais um ponto para a Pixel. Isto é legal pois assim ficamos sabendo o que os leitores lá de fora estão pensando da revista.

E para finalizar, para mim esta foi uma edição especialíssima pois trouxe minha primeira matéria para a revista, onde fiz um resumo de toda a história da Nyx, desde seu surgimento, como ela ajudou Spawn e o traiu e seu final que culminou com o rompimento do relacionamento. O resumo ajuda o leito novato a se situar na trama e tira dúvidas dos leitores antigos. Só houve dois probleminhas com a matéria: o primeiro é sobre a saga Temporada no Inferno, que aconteceu entre as edições 117 e 120, e não 77 como foi mostrado; o outro foi na frase “o Redentor ataca Nyx para se vingar por ter sido abanado”, o que deveria ser abandonado. Desculpem pelos probleminhas e prometo fazer melhor da próxima vez (agora sei o que o editor passa...).

Mesmo assim, obrigado ao Cassius por me dar esta oportunidade e espero poder fazer mais no futuro. E espero que os leitores tenha apreciado a matéria. Valeu!

25 novembro 2007

Lançamentos de Novembro nas Bancas

A Pixel Media acaba de lançar as novidades de Spawn para este mês. O primeiro é Spawn: Armagedom - Parte 3, que mostra o final da saga que deixou a revista de pernas para o ar, fechou várias pontas e abriu outras. Descubra como Spawn impediu o Armagedom, o destino de Deus e Satã e feridas no passado de Spawn que foram novamente abertas. De quebra, ainda temos a história solo do Spawn Mandarim, baseado em uma das action figures mais populares da McFarlane Toys. O encadernado contém as edições 161 a 165, tem 160 páginas e custa R$ 12,90. Outro lançamento é Spawn #169, que traz uma nova saga e o retorno da bruxa Nyx, que da última vez que esteve com Spawn não foi um encontro agradável. Além da história, a revista traz um resumo da vida da bruxa para ajudar os leitores novatos a se situarem na história. É a minha estréia escrevendo matérias para a revista, que contém 32 páginas e custa R$ 5,90.

Abaixo, a capa das duas edições:

10 novembro 2007

Spawn 168 - Resenha

Título: Risos na Escuridão
Argumento:
David Hine
Arte:
Brian Haberlin
Cores:
Andy Troy
Lançamento nos EUA:
Junho/2007
Lançamento no Brasil:
Outubro/2007

História:
Desfecho da saga Vozes do Inferno, onde Sam e Twitch investigam sobre os assassinatos e mutilizações ocorridas nos apartamentos Nova Vista e descobrem que o autor disto é o Palhaço, agora em um novo corpo. Sabendo do retorno de seu grande inimigo, Spawn aparece para dar um fim à ameaça

Positivo/Negativo:
vou tentar ser bem frio em relação à minha condição de fã ao analisar a edição. A nova saga, que prometia ser um retorno às origens do personagem, poderia ter dado mais. A idéia de mutilações, com muitas cenas baseadas em filmes de terror japonês, parecia ser muito boa, mas foi mal explorada por David Hine e se encerrou nesta edição. A saga parece que terminou rápido demais em relação ao que se pretendia, principalmente com o retorno do Palhaço/Violador, que geralmente rende várias edições quando ele surge, e acaba dando muito problema para Spawn. Nesta edição, que venceu o demônio foi Barney, um humano que escapou do Armagedom escondendo-se no depósito de lixo do prédio e cujo corpo foi possuido pelo Violador. Spawn praticamente perdeu o confronto, o que mostra que ele está mais fraco do que antes, o que não se sabe se isto é bom ou ruim.
Outro ponto negativo foi a caracterização do demônio. Particularmente não achei que o traço de Brian Haberlin combinou com o Violador, que fugiu bastante com o visual concebido por Todd McFarlane. Notem que o Violador está bem mais baixo do que costumava ser e seus olhos saltantes estão bastante estranhos.

Só uma coisa me agradou na revista (me desculpem os puristas): foi a arte. Eu estou achando muito interessante a arte de Brian Haberlin com as cores menos vivas de Andy Troy, apesar que, nesta edição, ele deu uma pequena caída, mas creio que vá se superar (pelo menos é o que espero). Aliás, a arte de Haberlin para a capa da próxima edição, que trará Nyx sentada, é uma das mais bonitas de toda a série. Vale a pena dar um crédito para o artistas.
No mais, a edição da Pixel não trouxe mais novidades, apenas a seção de cartas e os anúncios da McFarlane Toys (aliás, a figura do Jack Bauer é excepcional)
Mas a Pixel cometeu um deslize feio. Na página 3, primeiro quadrinho, a policial diz "trouxa", onde deveria ser "trouxe". Outro problema, ainda no mesmo quadro, foi o Twitch falar a palavra "responsa". Ora, todos os fãs mais antigos sabem que Twitch não era de falar gírias por ser mais sério que o Sam, portanto soou bastante estranho no diálogo, que deveria ser "responsabilidade", mas não sabemos se foi um problema na tradução ou se no original há algo similar.

02 novembro 2007

Spawn 166 agora online e gratuita

Depois do grandioso sucesso da edição 166 (que teve que ser reimpressa e com nova capa), o site oficial junto com o My Space acaba de disponibilizar para download a revista, seguindo o caminho de Godslayer #1. A edição vem com alguns extras, como making of e uma história de 8 páginas para uma edição da Image para o Especial de Natal.

Para baixar a edição 166
clique aqui
e Spawn: Godslayer #1
clique aqui.

Bancas do Brasil recheadas com Spawn

Desta vez os fãs não tem com que reclamar. Spawn estava praticamente esquecido nas bancas por conta da falta de lançamentos da editora, mas muitos já podem comemorar. Atualmente podemos encontrar, além da série regular, os especiais Spawn: Armagedom partes 1 e 2. As duas edições narram um dos maiores desafios que Spawn já enfrentou - A Guerra entre o Céu e o Inferno. Acontecida entre as edições 150 e 164, a saga conta como Spawn tornou-se aquilo que estava predestinado a ser desde o início: o ponto de equilíbrios na guerra entre os dois reinos e ser a salvação da humanidade. Para quem não leu, é uma boa oportunidade para adquirir os encadernados e saber como Spawn destruiu e reconstruiu o planeta Terra. Para quem leu, esta edição é especial para se guardar e reler várias vezes. No final do mês teremos o terceiro encadernado com a conclusão da saga. Enquanto isto, Spawn 168 trás um confronto entre o Soldado do Inferno e seu eterno inimigo, o Violador.

Spawn 168

História de David Hine, arte de Brian Haberlin e capa de Greg
Capullo
número de páginas: 32
Editora: Pixel Media
Preço: R$ 5,90

Spawn: Armagedom - Parte 1

História de David Hine, arte de Philip Tan e capa de Greg Capullo
Número de páginas: 160
Editora: Pixe Media

Contém as edições 151 a 155
Preço: R$ 12,90


Spawn: Armagedom - Parte 2

História de David Hine, arte de Philip Tan e capa de Jim Lee
Número de páginas: 160
Editora: Pixe Media
Contém as edições 156 a 160

Preço: R$ 12,90


Resumo e capas de Spawn 178 e Godslayer 8

O site Comics Continuum acaba de divulgar as imagens e resumos das edições 178 de Spawn e Godslayer #8. Confiram abaixo:


SPAWN #178

Escrito por David Hine, arte de Brian Haberlin e capa de Greg Capullo

Sam e Twitch retornam para investigar uma série de assassinatos cometidos por um vampiro amnésico. O episódio inteiro e contado através dos olhos do vampiro enquanto ele luta para recordar sua missão profana. Possivelmente a mais anormal história de Spawn que você irá ler!

32 páginas, $2,95, à venda no dia 27 de fevereiro de 2008 (possivelmente no final de agosto de 2008 pela Pixel Media)

SPAWN GODSLAYER #8
Escrito por Brian Holguin, arte de Philip Tan e capa de Jay Anacleto.

“Coisas Horríveis”, parte 2. A vingativa deusa Praelyx embarca numa angustiante jornada para o submundo para obter alianças em ordem de abater Godslayer. Enquanto isto, Bairn e Dromo encontram-se à mercê de um poderoso e misterioso ser que poderia conceder ao Godslayer sua liberdade – ou sua ruína!

32 páginas, $2,99, à venda no dia 23 de janeiro de 2008 (sem previsão de vir para o Brasil)

27 outubro 2007

UM INFERNO DE QUADRINHO: DAVID HINE FALA SOBRE “SPAWN”

A entrevista a seguir foi publicada no site Comics Book Resources no dia 16 de outubro e nela o escritor David Hine conta um pouco o que podemos esperar para Spawn nos próximos números. Muito do que comenta já foi publicado nos Estados Unidos, portanto se não quiser ter surpresas não é aconselhável continuar daqui. Mas a entrevista é boa demais para perder!!!

Por Dave Richards
Tradução: Leo Violador

Quando “Spawn” foi lançado pela Image Comics em 1992, o personagem fantasmagórico de Todd McFarlane e a ousada série rapidamente capturaram a imaginação dos fãs de quadrinhos. Agora, 15 anos depois, “Spawn” ainda está por aí, mas se tornou um Rodney Dangerfield das histórias em quadrinhos; apenas nunca conseguiu respeito. Com a ajuda do desenhista Brian Haberlin, o escritor David Hine está procurando mudar isto, e falou com o CBR News sobre a série de aventuras assustadoras, distorcidas e terríveis que eles pretendem levar para os leitores de “Spawn”.

Narrar as proezas de Al Simmons, vulgo Spawn, foi uma proeza inacreditável para David Hine. “Foi dada uma tremenda quantia de liberdade criativa nesta revista”, disse o escritor para o CBR News. “A saga de Spawn gerou uma incrível riqueza de personagens de apoio, situações e cenários e me foi permitido brincar com eles de uma maneira que nunca pude fazer nos universos Marvel e DC. Não há limites para o tipo de revista que eu posso escrever e eu tento tomar novas direções o tempo todo, assim os leitores vão continuar tentando adivinhar o que vai vir a seguir. Eu já escrevi um número ambientado na China do século 13 e nós temos a história do Gunslinger Spawn, ambientado do Oeste Americano do século 19. Mas adiante teremos um arco de histórias ambientado nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial”.

“’Spawn’ é, essencialmente, uma história de horror, mas há elementos do gênero super-herói, ficção científica e filme noir”, continua Hine. “Quando Sam e Twitch aparecem, a revista muda para o thriller policial. E há o total ponto de vista religioso onde eu escrevo coisas que teriam me queimado em estacas em tempos menos esclarecidos. Nós podemos lidar com edições sérias ou ter diversão por algumas edições. Temos um episódio onde uma adolescente japonesa se torna ninja numa cidade cheia de zumbis e estou planejando fazer uma história de outro ângulo daqui a alguns meses, onde a edição inteira será vista através dos olhos de um vampiro com amnésia. O que não tem para gostar?”.

Muitos fãs de quadrinhos estão familiarizados com o conceito básico de “Spawn”. Al Simmons, um operativo do governo que foi assassinado, escolhe retornar ao mundo dos vivos e para sua esposa, mas a pegadinha é que ele retorna como o grotesco Hellspawn, um guerreiro supernaturalmente poderoso destinado a liderar os exércitos do Inferno numa batalha contra as forças do Céu.

Muito já aconteceu com Simmons desde que Hine tomou controle de “Spawn” há quase dois anos atrás. “Spawn se rebela contra seu mestre e promove um Terceiro Lado, rejeitando tanto Céu quanto Inferno”, explica Hine. “Quando o Apocalipse vem, Spawn destrói o mundo e aniquila a raça humana, deixando Deus e Satã para lutar sua eterna batalha numa Terra devastada. Enquanto isto, o verdadeiro criador do Universo, a mãe de Deus e Satã, dá à Spawn o poder para recriar o mundo e ressuscitar a raça humana. Infelizmente esta é uma versão falha do mundo e as rachaduras estão começando a se mostrarem. Este é um básico resumo dos primeiros 18 meses de minha jornada em ‘Spawn’”.

“Agora temos um Spawn enfraquecido que está se esforçando para proteger o mundo de forças sobrenaturais que estão escapando através das rachaduras”, continua Hine. “Estamos aprendendo que tudo que Spawn foi e tudo que ele fez está sendo manipulado pelo misterioso Mammon. Spawn recentemente se encontrou com os Devoradores de Pecados, que se alimentavam das culpas humanas. Eles se manifestam na forma dos maiores pecados das pessoas e cavaram recordações escondidas do passado de Al. Mammon suprimiu as memórias de sua infância, mas agora Al descobriu que ele e seus irmãos talvez tenham cometido um assassinato no passado quando ainda eram adolescentes. No número #172 veremos o que realmente aconteceu com Al e seus irmãos no verão de 1980. E, acredite em mim, houve uma merda muito estranha e assustadora”.

O verão de 1980 não foi a única memória chocante que Al descobriu. Recentemente, Simmons também se lembrou que propositalmente provocou à sua esposa grávida um aborto quando ele atacou-a na noite anterior a que ele foi morto. “Não está totalmente claro o quão é proposital a opressão de Al”, disse Hine. “Desde o primeiro número de ‘Spawn’ esteve claro que sua memória foi mexida. Parece que muito disto foi trabalho de Mammon. Agora nós descobrimos estas memórias suprimidas um pouco de cada vez. Na história recente voltamos à sua infância, mas a verdade é um pouco mais profunda e nos meses seguintes estaremos explorando a história dos seus antepassados também. A próxima história, que será sobre o Gunslinger Spawn, é vital para compreender como a herança sangüínea de Simmons foi tocada por Mammon por gerações".

A culpa trazida pela memória recuperada de crimes passados é uma das forças que está motivando as ações atuais de Spawn. “Em uma mão, Spawn está sofrendo uma imensa culpa e se odiando pelas coisas terríveis que fez, particularmente desde que ele foi forçado a admitir que causou o aborto do filho de Wanda que ela esteve carregando antes dele morrer. É por isso que ele escolhe ficar nos becos que Malebólgia o mandou pela primeira vez. É seu purgatório”, explica Hine. “Mas ele relutantemente aceitou que tem uma responsabilidade de proteger a raça humana. Com a ajuda da bruxa Wicca Nyx, está começando a entender que talvez seja capaz de obter algum tipo de redenção para si”.

“Nyx é a perfeita companhia para Spawn. No passado ela foi amante de Al. Ela também o traiu uma vez, mas pelas melhores razões possíveis. Ambos passaram tempos difíceis e fizeram coisas que se lamentam. Nyx também está desenvolvendo seus poderes mágicos para um nível bem mais alto, por isso ela é mais do que uma auxiliar. Minha cena favorita é onde ela começar a persuadir Spawn de que ele não é um monstro. Ela usa a magia para restaurar sua forma humana. Ela apenas tem sucesso em transformar suas mãos mas vê isto como triunfo. Um primeiro passo em sua estrada é recuperar sua humanidade. Então a mão humana se racha e insetos asquerosos rastejam para fora. Spawn ainda acredita que o lado monstruoso é a realidade. Mas Nyx não vai desistir dele”.

Há algumas razões porque Nyx não vai desistir de Al Simmons. “Ela sente culpa, ela sente uma responsabilidade por ele, e acima de tudo ela fez amor com o cara”, disse Hine. “É um amor incondicional. Ela conhece seus mais terríveis segredos e ainda o aceita porque ela vê sua verdadeira natureza. É mais do que dizer que Spawn é essencialmente bom. Ele é único. Ele realmente é algo que está além do bem e do mal. Apenas arranhamos a superfície da natureza de Spawn”.

Quando Spawn recriou o mundo, ele acreditava que estava poupando a humanidade de mais sofrimento da guerra destrutiva entre o Céu e o Inferno selando seus reinos da Terra. Entretanto, parece que os reinos infernais não foram isolados da humanidade como Spawn pensava, já que portais para o Inferno foram abertos em duas ocasiões distintas por velhos inimigos de Spawn; primeiro pelo Palhaço, e então por Ab e Zab.

“Duas coisas estão acontecendo”, explica Hine. “Primeiro o mundo que ele recriou é longe de ser perfeito. É como no filme ‘A Mosca’. O aparelho de teleporte quebra uma forma humana em moléculas, move-o rapidamente para uma nova posição e reconstrói o original. Mas pode ser a mesma pessoa? E o que aconteceria se você atirasse o DNA de uma mosca no mistura? Este é o tipo de coisa que aconteceu em ‘Spawn’, mas numa escala massiva. Essas fendas que permitem que o Inferno penetrar de volta é apenas um exemplo de falha no Admirável Mundo Novo de Spawn”.

“Em segundo lugar, tudo parece ser controlado por Mammon, que esteve espreitando nas sombras por um longo tempo, puxando as cordas de todos”, continua Hine. “A história de Spawn é uma contínua batalha para defender sua liberdade. Ele sempre foi controlado por alguém ou por alguma coisa, seja como um agente do governo americano, um servo de Malebólgia ou pelo Mundo Verde. Até os anjos do Céu tentaram recrutá-lo. Spawn sempre se rebelou contra essas influências, mas Mammon é tão sutil em suas manobras que é impossível para Spawn saber se ele está agindo pelo desejo de liberdade ou ainda está fazendo exatamente o que Mammon quer”.

Os detalhes por trás das razões para as maquinações de Mammon é um dos maiores segredos em “Spawn” agora. “Mammon sempre está lá, mesmo quando não o vemos diretamente, mas ele faz uma aparição pessoal na maioria dos números seguintes”, explica Hine. “Ele definitivamente está jogando um longo jogo, um jogo que começou séculos atrás. Você se lembrará que ele até apareceu como um emissário do Inferno na história do Spawn Mandarim e que isto foi há setecentos anos atrás. Ele aparentemente está no controle, o que nos mostra o quão grande seus planos são”.

No final de “Spawn” #171, os leitores viram a ligação de sangue entre Al Simmons e seus dois irmãos correrem mais profunda do que a genética; os três irmãos também têm sangue em suas mãos. Na edição #172, nas lojas este mês, Hine examina a intensa relação entre os três irmãos e o horrível crime em seus passados. “Veremos a edificação de um simples eventos que mudou suas vidas e os fez o que se tornaram anos mais tarde”, declara Hine. “Nada está assegurado. Al sempre assumiu que tinha uma família feliz, mas descobriremos que sua existência foi destruída muito cedo. Mesmo seus pais escondiam segredos sombrios por trás da respeitável fachada suburbana. Esses eventos foram enterrados no subconsciente de Al por décadas. Eles definem o que ele é e o que fez dele o perfeito candidato para se tornar um Hellspawn”.

As bombas sobre a família de Al continuarão a serem jogadas mesmo depois que a saga corrente, “A Tale of Three Brothers” (Uma História de Três Irmãos), acabar. “Uma vez que ele começa a desenterrar o passado, as revelações chegam densas e rápidas. As edições #174 e #175 contam a história do Gunslinger Spawn”, disse Hine. “Isto vem do jornal do bisavô de Al, Henry Simmons. Henry foi um Soldado Búfalo (NT: soldados negros do Exército Americano que lutaram contra os índios entre 1867 e 1896) que se envolveu num incidente quando um soldado negro de cavalaria foi morto por um cidadão branco. Isto é baseado um incidente histórico real. Em nossa versão, Henry é forçado a bater em retirada e termina em uma pequena cidade de mineração chamada Bane. A cidade está completamente isolada por uma nevasca e Henry é pego numa rixa de sangue. O Velho Job é um místico primitivo e psicótico que teve a família massacrada pelo chefe de um bando local. Tanto o Velho Job quanto Henry Simmons encaram um linchamento e a eles é feita uma oferta que nenhum deles pode recusar. Cada geração tem seu Hellspawn e este está a ponto de ser libertado em Bane. É uma situação onde os personagens estão presos em uma situação impossível de escapar e então todo o inferno é solto neles”.

“Esta história será outro perfeito ponto de partida para novos leitores porque funciona como uma história independente mas também é uma parte vital no progressivo mito do Spawn”, continua Hine. “A chave do destino de Spawn repousa no passado e há algumas histórias vindo que revelarão bastantes respostas. Uma é a história do Gunslinger; outra é o Spawn da Primeira Guerra Mundial que será apresentado no número #180”.

Hine se diverte contando histórias de Hellspawn de outros períodos do tempo e espera fazer mais após o Hellspawn da Primeira Guerra Mundial. “Há alguns períodos da história que gostaria de lidar”, ele disse. “A Revolução Francesa seria legal. A Inquisição Espanhola. As bruxas de Salem. Um conto de piratas. Há possibilidades sem fim”.

Histórias futuras levarão Spawn para uma variedade de locais tanto materiais quanto extradimensionais. “Gunslinger é obviamente do Oeste Selvagem e há a história ambientada nas trincheiras do Western Front durante a batalha de Somme em 1916. Conseqüentemente Spawn retornará para o Inferno, onde ele entrará em confronto com cada Hellspawn que já existiu”, disse Hine. “Mas isto está longe ainda. Nós queremos fazer mais histórias intensas e pessoais antes que tenhamos outro confronto épico como este. Um local que eu quero levar Spawn é o cemitério japonês em Koyasan. Eu fui para lá recentemente e é o mais imponente lugar que já vi. É um vasto cemitério estendido nas montanhas que se espalha por uma floresta de pinheiros e é cheia das mais incríveis tumbas e monumentos, muitos deles apodrecendo por gerações. Não posso ajudar mas imaginar todas as centenas de milhares de espíritos dos mortos se erguendo através da névoa”.

Enquanto ele se aventura por estes vários ambientes, Spawn encontrará uma variedade de personagens, tanto novos como familiares. “O Monstro da Bolha é um personagem inspirado pela arte do mestre mangaka Katsuhiro Otomo”, Hine declarou. “O irmão de Al, Marc, é um personagem principal nesta história também. Gunslinger e Warspawn são novos personagens. O vampiro amnésico que mencionei antes conduzirá para um outro arco de histórias maior um pouco mais pra frente. Nós descobriremos um pouco mais sobre Mammon e a misteriosa criatura coberta que esteve espreitando às escondidas. Ab e Zab estarão de volta, assim como Sam e Twitch e Nyx vai ter um papel fundamental nesta série de agora em diante. Eu quero manter alguns personagens centrais nesta revista como uma base regular e revezar outros, como o Palhaço, que continua voltando como fruto do mar estragado do jantar de ontem”.

Os personagens legais e horripilantes de Hine e os assustadores eventos de suas histórias fixaram o tom em “Spawn”, mas o escritor sente que é o trabalho de seus colaboradores de arte que realmente conduz o estilo sombrio, psicológico e assustador da série. “Eu acho que pela primeira vez no título principal ‘Spawn’ estabilizamos um estilo visual que se afasta da era Todd McFarlane/ Greg Capullo”, disse Hine. “Phil Tan era muito diferente mas ainda ajustado à escola de arte de Todd. Eu amo este material, mas nós todos (incluindo Todd) sentimos que era hora de fazer a aparência da revista completamente diferente. Há um realismo distorcido na revista agora. Foi perfeito para a reconstrução do mundo de Spawn. Parece como a realidade, mas há algo fora nisto. Algo acima do real que mostra que esta é uma construção parecida com o mundo que conhecemos. Nós realmente destruímos o mundo e a raça humana no arco Armagedom. Se foi para sempre. O mundo que você está vendo nesta revista é um simulacro, criado por Spawn. Brian brilhantemente tornou real esta falsa realidade".

“Andy Troy é um dos meus coloristas favoritos desde que ele coloriu a arte de David Yardin em meu trabalho anterior, ‘Distrito X’”, Hine continua. “Ele põe muito da alma em seu trabalho. Eu posso dizer que ele realmente lê os roteiros e você ficaria surpreso quantos coloristas não lêem. Andy e Brian trabalharam bastante juntos e seu trabalho realmente é bom. Eu acho que criamos uma aparência única para Spawn que o coloca separado de qualquer coisa na estante”.

Hine e seus companheiros criadores em “Spawn” ficaram surpresos pela antipatia que muitos fãs de quadrinhos têm por Spawn, e eles têm a intenção de provar para os "do contra" que estão errados em não fazer do título uma das leituras mais sem igual e agradáveis nas estantes de quadrinhos. “Quando eu comecei a escrever ‘Spawn’ não podia acreditar quanto desprezo havia na comunidade online sobre a revista; sobre o inteiro conceito de Spawn”, observa Hine. “Os comentários eram sem justificativa porque a revista tinha sido consistentemente boa com alguns dos melhores artistas no mercado e Brian Holguin estava às voltas com algum roteiro terrível antes que eu viesse a bordo. Eu acho que houve apenas um massivo retrocesso depois que o auge da série começou”.

“Foi um esforço penoso recuperar alguma credibilidade para a revista”, Hine continua. “Nós tivemos sucesso para uma extensão. Nós conseguimos boas críticas e a resposta dos fãs foi grande. A uma última barreira é a queda das vendas. ‘Spawn’ ainda é o título independente de melhor venda até aqui, mas nós deveríamos fazer melhor. Eu não ouço que há cópias não vendidas nas lojas, mas eu tenho notícias freqüentemente de leitores que não conseguem achar a mais recente edição. O problema parece terminar nos gerentes das lojas. Há uma quantia enorme do produto gritando por seus dólares e estão convencendo duramente que ‘Spawn’ é digno de suas atenções. Mike Malve da Atomic Comics é um cara que tem apoiado. Eu espero que consigamos passar a mensagem para mais pessoas e colocar ‘Spawn’ firmemente de volta no radar”.

19 outubro 2007

Novos resumos de Spawn e Spawn: Godslayer

O site oficial acaba de divulgar mais resumos das futuras edições de Spawn que saem no final deste ano e no ano que vem. Confiram só:

Spawn #175 - Janeiro/2008

História - David Hine
Letras - Tom Orzechowski
Capa -
Greg Capullo
Cores -
Andy Troy
Desenhos e Arte-final -
Brian
Haberlin

A revelação! O Hellspawn conhecido como Gunslinger chega à cidade, mirando para trazer o Inferno para seus planos. O povo da cidade não tem nenhuma chance de sobrevivência. Um homem vai se levantar contra o Gunslinger... se não o lincharem primeiro.


Spawn #176 - Fevereiro/2008

Título: O Monstro na Bolha Parte 1

História - David Hine
Letras - Tom Orzechowski
Capa - Greg Capullo
Cores -
Andy Troy

Desenhos e Arte-final - Brian Haberlin

Pessoas estão morrendo e testemunhas juram que o assassino é um fantasma. O policial Marc Simmons pensa que ele sabe muito, mas seu suspeito tem o álibi perfeito. Pode Spawn resolver o mistério do “Monstro na Bolha”?


Spawn #177 - Março/2008

Título: O Monstro na Bolha Parte 2
História -
David Hine

Letras - Tom Orzechowski
Capa -
Greg Capullo

Cores - Andy Troy
Desenhos e Arte-final - Brian Haberlin


Imagine que você é um monstro, abandonado por sua família, confinado num quarto escuro, sem amigos e sozinho. Imagine que você é tão repulsivo que as únicas pessoas que podem olhar para você são aquelas que foram pagas para tomar conta de você. Imagine que foi dado a você poderes inacreditáveis. Imagine o que você faria... A impressionante conclusão de “O Monstro na Bolha”.

Spawn: Godslayer #6 - Novembro/2007

Título: Retorno à Endra-La

História - Brian Holguin
Letras -
Tom Orzechowski
Capa - Jay Anac
leto Cores - Brian Haberlin
Desenhos e Arte-final - Philip Tan

Godslayer retorna novamente para sua terra natal, a
ilha-reino de Endra-La, desta vez para trazer os ossos de seu amor assassinado, Neva. Lá ele é confrontado com fantasmas – ambos do passado e do presente – e com as conseqüências de seu ataque na sua terra natal. Agora, um velho rival busca fazê-lo pagar por essas transgressões.

Spawn: Godslayer #7 - Dezembro/2007

Título: Coisas Horrendas - Parte 1
História - Brian Holguin
Letras - Tom Orzechowski
Capa - Jay Anacleto
Cores - Brian Haberlin
Desenhos e Arte-final - Philip Tan

Uma deusa vingativa põe seu olhar sobre Godslayer, suspeitando que ele tenha assassinado seu irmão. Um perfeito ponto inicial para novos leitores, este número inclui um guia especial do mundo de Godslayer.


Agora é só esperar para ver este material por aqui no Brasil, principalmente Godslayer.

17 outubro 2007

David Hine fala sobre o futuro de Spawn

O escritor David Hine está se divertindo bastante escrevendo Spawn, título já clássico da Image Comics. Com mais de dez anos no mercado, Hine disse que a mitologia do Spawn é hoje muito rica e ele tem tido liberdade total para “brincar” com todos os conceitos e personagens que constituem o universo do soldado do inferno.

Como exemplos ele citou uma história que se passou na China do século 13 e, na empolgação, revelou algumas coisas que ainda estão por vir. Entre essas: uma história ambientada no século 19, no velho oeste americano; uma que irá se passar nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Além disso, está sendo planejada uma edição inteira construída a partir do ponto de vista de um vampiro amnésico. Hine está construindo todas essas histórias de forma que elas tenham ligações com a saga do Spawn, contribuindo para a diversificação da mitologia do personagem. Ele ainda prometeu levar o personagem para outros cenários, tanto em outros pontos da Terra quanto em outras dimensões.

O final da saga Armagedom, que foi publicada recentemente no Brasil, é o início desse novo momento da revista, onde Spawn se vê em uma nova Terra, criada por ele mesmo, que aos poucos vai se mostrar mais falha do que ele imaginava ser. Essas falhas começarão a ser mostradas aos poucos, através das recordações de Al Simmons - o alter-ego do personagem -, a respeito da sua infância, do seu relacionamento com sua mulher e através dos outros personagens do título. Esses outros personagens serão tanto velhos conhecidos dos leitores quanto novos rostos, que ainda mostrarão as suas intenções e motivações no tempo certo.

05 outubro 2007

SPAWN Nº 167 – RESENHA

Escritor: David Hine
Artista: Brian Haberlin
Cores: Andy Troy
Mês de lançamento: setembro/2007
Preço: R$ 5,90

Sinopse: O detetive Twitch Williams continua a pedir ajuda à Spawn em resolver o caso de estranhos acontecimentos nos apartamentos Nova Vista. Ele conta sobre outros casos de mortes estranhas no edifício e os relaciona com um evento que envolveu vários cidadãos de Nova York que ficaram sob o domínio mental do Palhaço. Spawn decide investigar começando por Jason Wynn, que estranhamente voltou da morte. Enquanto isto, em um dos apartamentos, o Palhaço está de volta em um novo corpo.

Positivos/Negativos: A nova fase de Spawn, escrita por David Hine e com arte de Brian Haberlin, tem agradado muitos fãs de Spawn, que estavam ansiosos por uma boa história e àqueles que estão começando agora pois o personagem está bem diferente do que era anteriormente. Ajudado pela arte de Haberlin, Spawn está mais sombrio, mais cadavérico e menos humano. Boa parte da crítica especializada tem elogiado a nova fase, que mistura terror com clima policial. Nesta nova fase encaramos um acontecimento pouco explicado até o momento: a sucessão de mortes estranhas no edifício de apartamentos Nova Vista. Alguns estão matando por problemas banais, como o de um homem matar seu amigo pelo simples fato de beber diretamente na caixa de leite, ou de um homem que, ao assumir sua homossexualidade, resolve (aparentemente) amputar seu pênis. As cenas são bastante fortes e têm causado impacto aos leitores. Nesta história vemos o ressurgimento do Palhaço, que não tem dado as caras desde a saga Mil Palhaços (Spawn 134 a 138), onde ele possui a mente de várias pessoas da cidade levando-as a praticamente atos de vandalismo. Aliás, tudo leva a crer que ele, mais uma vez, está manipulando humanos em seus atos diabólicos. Desta vez o Palhaço está diferente da sua forma original; está mais magro e possui remendos em várias partes do corpo. Sua nova forma, talvez, se deva ao fato dele ter assumido o corpo de Barney, amante de uma das moradoras do prédio, que se escondeu no depósito de lixo para fugir do marido. Sua nova forma lembra a que ele usou na série Hellspawn, inédita no Brasil, onde ele também era mais magro. Mas a maior surpresa fica por conta da volta de Jason Wynn, que foi uma das primeiras vítimas da possessão do Palhaço antes da saga Mil Palhaço. Ele aparece mais gordo e tem estranho segredo: possui as mãos vermelhas como sangue. Ainda não se sabe o motivo disto, o que deve ser revelado nas próximas edições.
A edição da Pixel Media está caprichada como sempre, com novo layout interno, boa diagramação, uma página de bastidores sobre como Hine e Haberlin elaboraram a última página da história, a seção de cartas que está bem recheada e a seção “Troco minha alma por...”, que mostra as sensacionais esculturas da Image – 10 anos, mostrando os principais personagens da editora. A bola fora fica por conta de “Spawn – Memória”, que pretendia contar fatos do passado, mas foi falado apenas da nova transição da história acontecida na edição 166. Um espaço completamente perdido que poderia ser preenchido com um pin-up da capa alternativa da edição 166 em página inteira. Outro deslize ficou por conta de Brian Haberlin que ao desenhar a personagem Wilma Barbera tinha seu rosto alterado de quadrinho para quadrinho. Ora ela tinha um rosto comprido, ora estava mais redondo. Nada que comprometesse, mas tinha momentos que parecia ter uns 25 anos, mas em outros momentos parecia ter mais de 40 anos. Fora isto, a nova fase promete prender bastante o leitor daqui para frente, uma coisa que não tem acontecido com Spawn há bastante tempo.

28 agosto 2007

Será o scan o maior vilão dos quadrinhos?

Publicado no site Sedentario e Hiperativo , replicado no barker scans, gibihq, e muitos outros.

O Editor da HQM fala sobre scans.
Sei que o texto é bem grandinho mais acho que vale a pena!!!
Crux

O scan de histórias em quadrinhos é uma realidade. Não há quem possa negar. Alguns leitores não gostam, reclamam da leitura no monitor do computador. Outros já não se importam.
Nos EUA, país que mais é afetado por scans, a discussão sobre o assunto começou há tempos. No Brasil, a discussão praticamente não existe. Há poucos dias, entrei em contato com a equipe do Sedentário & Hiperativo, reclamando por eles terem divulgado scans de uma série publicada pela HQM Editora, na qual sou um dos sócios-diretores.
Mas, minha reclamação não foi devido a presença dos scans no site, e sim a falta de referência à existência de uma publicação nacional da série em questão: The Walking Dead (aqui no país, Os Mortos-Vivos). E, para minha surpresa, foi aberta a mim a possibilidade de iniciar este debate sobre o papel dos scans no mercado de quadrinhos hoje em dia.
Antes de começar a minha reflexão sobre o assunto, gostaria de deixar claro aqui que esta postura é minha, não necessariamente refletindo a postura dos meus colegas de editora, outros editores e até jornalistas especializados. Pois bem, dito isso, posso começar.
Vamos deixar uma coisa clara: há dez anos atrás, a internet não tinha tanta força como hoje, e os leitores de quadrinhos sobreviviam sem os scans. Os amantes de música viviam sem os MP3, e os cinéfilos (ou os fãs de séries de TV) viviam sem fazer download de seus vídeos.
Mas, a internet está aí, e hoje é o maior símbolo da globalização, este artifício capitalista que os anos 90 trouxeram para a vida de cada uma das pessoas do mundo. Entende-se por globalização uma massificação de produtos antes restritos a um mercado. Hoje, um australiano com acesso à internet consegue, por exemplo, acessar este blog que você, leitor, está lendo.
Aliás, se não fosse pela internet, este blog não existiria, e você não saberia de muitas coisas, porque elas são mostradas só aqui. Ou, ainda mais, a HQM Editora não existiria, porque há seis anos, quando tudo começou, éramos só o site HQ Maniacs, que até hoje existe e é um dos mais acessados veículos especializados em quadrinhos do país. Não fosse a internet, não nos conheceríamos, não dividiríamos a nossa paixão pelas HQs, e assim, não fundaríamos uma editora por sentirmos a necessidade de uma diversidade no mercado.
Ou seja, a internet facilitou as coisas. Claro. Qual veículo da mídia hoje cobre melhor as HQs? Os jornais? As revistas semanais? A televisão? O rádio? Ou a internet? Se não existisse a internet, com certeza o boom dos quadrinhos em 2006 aqui no Brasil não teria acontecido. E a continuidade deste boom, em 2007, também não.
Todo editor de quadrinhos aqui do país dirá a mesma coisa que eu: esta é a melhor época para o leitor e para o mercado de HQs no Brasil. Nunca houve tanta variedade, tanta gente interessada nas HQs. É impressionante o número de mangás nas prateleiras, o gradativo crescimento das publicações européias, o sucesso que os super-heróis estão alcançando novamente. Além disso, nunca se viu tanto material alternativo nas bancas, livrarias e comic shops.
Seria assim se a internet, e consequentemente os scans, não existissem? É difícil dizer. Depois de uma era de trevas nas hqs (os anos 90), a arte sequencial perdeu a credibilidade. Não era mais possível atrair novos leitores de quadrinhos. O mercado estaria estagnado.

Quando o mercado estadunidense se tocou que os anos 90 não estavam dando certo, tudo mudou. A Wildstorm lançou Authority, e uma nova era começou. A série marcou a virada do milênio, mas marcou uma revolução nas histórias em quadrinhos.
Novamente, títulos e mais títulos estavam entrando no mercado. As grandes editoras (Marvel e DC), trataram de consertar os erros de toda uma década. Resumindo os últimos anos brevemente, posso afirmar que os quadrinhos lá fora se diversificaram ainda mais, e ainda assim, novos títulos são lançados a cada mês. Novas séries mensais, bimestrais, minisséries e graphic novels estão sendo colocadas no mercado mês a mês.
Quantas HQs saem por semana nos EUA? Na semana do dia 11 de junho, as quatro maiores editoras americanas – DC Comics, Marvel Comics, Dark Horse e Image Comics – publicaram juntas mais de 60 revistas, isso sem contar os encadernados e edições com duas ou mais capas. Que leitor tem esse poder aquisitivo? Como saber o que comprar, o que colecionar?
Como fica para o leitor incrédulo, ou para um novo leitor em potencial, a situação? Em quem confiar? O que ler? O quadrinho já foi uma peça barata; hoje, é um produto extremamente elitizado. É aí que entra o scan. Ou, aí que deveria entrar.
Todo scanner – a pessoa que scaneia os quadrinhos -, assim como todo uploader – a pessoa que hospeda em um (ou mais) servidor o scan – gosta de quadrinhos. É claro, nenhum scan é comercializado. Há dois motivos para o scan existir. O primeiro deles é a preservação da memória dos quadrinhos por meio da digitalização do material. O segundo motivo, não menos importante, é a divulgação das HQs para o público.
Ora, não há scan se não há quadrinhos, certo? E todo mundo sabe que baixas vendas significam cancelamentos. É por isso que o scanner (de boa fé, claro), trata de colocar nos scans a seguinte frase “Gostou? Compre!”. O incentivo deve acontecer. O leitor deve ser consciente que o scan está lá de graça, mas que é dever incentivar a produção dos quadrinhos.
É claro que o mundo não é lindo, e nem todas as pessoas são honestas nesse ponto. Não é todo mundo que lê scans que vai comprar quadrinhos, infelizmente. Se fosse assim, ser editor de quadrinhos seria muito mais fácil, e ser leitor também.
Não adianta querer banir a existência dos scans, eles existem e se tornaram essenciais na nossa vida moderna. Coloque a mão na cabeça, leitor. Você abre mão de assistir um episódio de Lost horas depois que o mesmo episódio passou nos EUA? Você não dá uma conferida nas músicas novas da sua banda favorita antes mesmo do CD ser lançado no mercado?
Mas você compra o box da série, ou pelo menos assiste na TV. Você compra o CD, não é? Pois deveria. É claro que o dinheiro está curto, ainda mais aqui no Brasil. Mas a consciência deve existir.
Concordo que é muito legal ler a Guerra Civil, a Crise Infinita, 52 e Countdown antes de sair aqui no Brasil. Porque esperar um ano para ler por aqui se você pode ler no dia que saiu nos EUA, não é?
Mas não é bem assim que as coisas funcionam. Se ninguém comprar a revista aqui no Brasil, sabe o que vai acontecer? Você não vai ler mais em papel, porque as editoras precisam de lucro para continuar lançando. O mercado, então, depende de você.
O scanner sabe disso, por isso incentiva o leitor a comprar o material. O scanner é como você, um leitor de quadrinhos. Ele gosta de ler, e compra o material, claro. Senão, ele não estaria na tela do seu computador agora.
Num país como o Brasil, em que nem todas as pessoas tem a “benção” de falar inglês, muitas vezes os scanners se sentem obrigados a traduzir edições. Mais uma vez, nada é vendido. Estão fazendo porque gostam.
Mais uma vez, caímos na mesma discussão. É legal ler o scan traduzido, ver que as pessoas tiveram um trabalho duro para fazer a edição. Acreditem em mim. Traduzir e editar quadrinhos não é uma tarefa tão simples quanto parece. Mas, leitor, mais uma vez as coisas voltam no ciclo que eu citei acima. Você não comprar o material significa que ele pode não existir mais. Bom, no meu caso, isso seria o fim da editora. Já pensou que você, ao negar adquirir sua diversão, pode estar prejudicando outras vidas?
Uma vez postei uma notícia no HQ Maniacs, que pode ser vista neste link http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=noticias&cod_noticia=11113, que abordava a reclamação do roteirista Dan Slott perante as baixas vendas da série que escreve, Mulher-Hulk, devido aos scans. Slott afirmou: “Enquanto She-Hulk vem ganhando muitas boas resenhas e mais e mais devotos, as vendas continuam baixas. A série precisa de todas as vendas possíveis. Quando você interrompe o ciclo de vendas, acaba fazendo mal a muitas pessoas”.
Nesta mesma notícia, porém, divulguei a opinião dos editores-chefes tanto da Marvel quanto da DC sobre o assunto. Tanto Joe Quesada, quanto Dan Didio já disseram que os scans não atrapalham as vendas de quadrinhos. Eu penso diferente de ambos os editores. Os scans podem atrapalhar a venda de quadrinhos se não houver a tal da conscientização, coisa que eu já ressaltei exaustivamente acima.
Não ia adiantar nada eu pedir ao pessoal do Sedentário & Hiperativo que retirasse os scans de Os Mortos-Vivos do site. Provavelmente, de acordo com a lei, eu tenho este direito. Mas, quanto mais eu lutasse contra, mais formas os scanners iam encontrar de publicar na rede seus scans.
Meu papel como editor, portanto, é exatamente este. Vir a público, estimular o debate e a conscientização para um “problema” que permeia todo meu trabalho, minha vida.
Assim, leitores, venho aqui fazer apenas um pedido. Se você realmente gosta dos quadrinhos, não deixem o mercado desaparecer por mais um comodismo que a internet, e a globalização, deram para você. Faça com os outros o que você gostaria que fizessem com você. Conheço alguns editores de quadrinhos aqui no país, e sei que eles fazem o que fazem por amor. Sei de desenhistas e roteiristas que também estão fazendo HQ porque gostam. Se nós trabalhamos tanto, e tão bem, para seu prazer, o melhor que vocês, leitores, podem fazer é prestigiar nosso trabalho, e como ótima conseqüência para todos, garantir sua continuidade.

Artur Tavares

22 agosto 2007

Adventures of Spawn 2 em breve

O site oficial acaba de divulgar que em breve estará no ar o quadrinho online "Adventures of Spawn", série baseada na popular série de action figures lançada ano passado na San Diego ComicCon que tem estilo de desenho animado. Já podemos ver três imagens da nova série que pode ser vista gratuitamente no site.





















06 agosto 2007

Agora é hora de começar a ler Spawn



Pessoal, para quem não sabe ainda, a pixel media lançou um blog já faz algum tempinho mas acho que não tinha comentado aqui ainda.
Eles estão sempre colocando algumas informações sobre como andam os lançamentos, quais serão as próximas revistas a serem lançadas, as capas, etc.
Queria indicar um post em especial chamado:
Agora é hora de começar a ler Spawn
"Depois do fim da saga Armagedom, onde o mundo acabou e foi recontruído pelo nosso herói, sem Deus nem Diabo, nem Céu nem Inferno. Mas alguma coisa deu errado e a polícia começa a notar um padrão de coisas bizarras acontecendo…"

Todd McFarlane e Robert Kirkman anunciam "The Haunt"


Foi durante a Comic-con que aconteceu de 24 a 27 de julho.

Um dos momentos mais brilhantes da convenção aconteceu quando Todd McFarlane anunciou seu mais novo projeto junto com Robert Kirkman, chamado, Haunt.

Durante a a última comic-con, o escritor Kirkman (autor de The Walking Dead e Invencivel) lançou a Todd um desafio - fazer mais quadrinhos.

Todd aceitou o desafio, contando que kirkman estivesse envolvido. Eles gastaram o ultimo ano colaborando, e anunciaram o resultando durante a apresentação de Todd neste ano durante a feira.

"Haunt é o produto de um ano inteiro de sangue, suor e lágrimas", diz Kirkman."Depois que eu confrontei Todd em público, ele me colocou para trabalhar, e eu nunca havia sido tão cpbrado por um artista/colaborador antes. Estou muito empolgado agora que a notícia se tornou pública, e eu não podia mais esperar para compartilhar isto com todos.2008 irá se tornar o ano para todos os fans de quadrinhos se lembrarem como o ano em que Todd MacFarlane retornou aos quadrinhos.

Mais informações sobre este novo projeto será anunciado no site SPAWN.com assim que for disponível (E aqui no spawnalley também!).

Procure por Haunt nas prateleiras em 2008.

30 julho 2007

Forum Spawn


O pessoal do Orkut montou um forum sobre spawn, ótima notícia para quem como eu, não suporta o orkut.
Para acessar basta entrar no endereço:
http://spawnfromhell.queroumforum.com/
Estão começando agora mas está muito bem organizado as seções e tudo mais, para acessar o forum completamente tem que se registrar.
Nos encontramos lá.

22 julho 2007

O Spawn Romano

Referências: A Maldição do Spawn 1 (Brasil)

Na Maldição do Spawn 1 a anjo Katherine mostra para a recém “nascida” Ângela um hellspawn romano que viveu nos tempos do imperador Calígula (12 – 41 d.C.). Este hellspawn possivelmente pode ter aparecido em Roma por volta do ano de 37, ano em que Calígula tornou-se imperador após a morte de Tibério. A julgar pelo seu traje ele pode ter sido um centurião, chefe que comandava um grupo de cem homens, a centúria.

19 julho 2007

Lançamentos para Spawn em Outubro e Novembro

O site de notícias Comics Cotinuum acaba de divulgar os lançamentos da Image Comics para outubro, e entre eles temos várias revistas do universo de Spawn. Segue abaixo a relação das revistas:

Spawn: Armageddon Complete Collection TP
Escrito por David Hine, arte de Philip Tan e capa de Greg Capullo

Está realmente acontecendo, é o fim de tudo: Os Quatro Cavaleiros, O Arrebatamento, pragas e mortos saindo de seus túmulos. O Céu está lá fora destruir o Inferno e vice-versa com ninguém olhando pelos humanos que estão no meio da batalha. Isto é, ninguém exceto Spawn. Finalmente, a guerra pela qual Al Simmons foi criado para lutar está aqui, mas qual dos lados ele vai escolher? Contém as edições de Spawn 150-163

352 páginas, $29,95, nas lojas no dia 24 de outubro.

Spawn: New Flesh TP
Escrito por David Hine, arte e capa de Brian Haberlin

Aqui você encontra a nova equipe de Spawn que tanto ouviu falar. Spawn recriou o mundo, mas não exatamente da maneira que costumava ser. Tudo que era antiga está novo novamente! Com bônus extra, um “por trás das câmeras” os fãs podem ver a arte de Spawn sem detalhes até as cores finais. E uma história de Natal de oito páginas para a revista Image Holiday Special. Contém as edições de Spawn 166-199

112 páginas, $14,95, nas lojas no dia 24 de outubro.

Spawn 175
Escrito por David Hine, arte de Brian Haberlin, capa de Greg Capullo

A revelação! O Hellspawn conhecido Gunslinger chega à cidade, mirando para trazer o Inferno às altas planícies. O povo da cidade não tem nenhuma chance de sobreviver. Um homem vai se opor contra o Gunslinger – se eles não lincha-lo primeiro.

32 páginas, $2,95, nas lojas no dia 28 de novembro.

Spawn: Godslayer 6
Escrito por Brian Holguin, arte de Philip Tan e capa de Jay Anacleto.

“Retorno à Endra-La”. Godslayer retorna mais uma vez para sua terra natal, a ilha-reino de Endra-La, desta vez para trazer os ossos de seu amor assassinado, Neva. Lá, ele é confrontado com fantasmas -- ambos passado e presente -- e com as conseqüências de seu ataque na sua terra de nascença. Agora, um velho rival busca faze-lo pagar por suas transgressões.

32 páginas, $2,99, nas lojas no dia 24 de outubro.

Aproveitando ainda, o site oficial do Spawn acaba de divulgar o lançamento neste mês do segundo encadernado Sam e Twitch: The Brian Michael Bendis Colection, que reúne as edições 10-19 da revista Sam e Twich com roteiro do
genial Brian Michael Bendis e arte de Alex Maleev, Clayton Crain e Alberto Ponticelli.
Com 224 páginas, a edição vem capa de Greg Capullo uma galeira de capa do desenhista Ashley Wood e outros extras especiais.

Estes são os lançamentos para este ano nos EUA. Por enquanto, Spawn 175 é a única certeza que teremos no Brasil que sairá por aqui em fevereiro de 2008 pela Pixel Media.